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Coletor Menstrual

Bom dia!

Vocês sabiam que as mulheres menstruam aproximadamente 520 vezes ao longo da sua vida reprodutiva e que, por esse motivo, elas gastam em média uns 9 a 10 mil absorventes durante todos esses anos? Já pararam pra pensar que grande parte do lixo produzido no mundo, provem do descarte de absorventes e que eles levam anos para se decompor no meio ambiente?

Uma solução mais sustentável, que oferece liberdade e economia é o coletor menstrual. No formato de copo ou taça esse método comporta um volume maior de fluxo, oferecendo também um tempo maior de proteção, podendo ser usado por até 12 horas, sem riscos de vazamento.

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Ao contrário dos absorventes externos, o coletor menstrual recolhe a menstruação, sem absorvê-la. Feito de silicone (material resistente e flexível), ele é usado internamente e se adapta ao canal vaginal, evitando também o ressacamento da secreção natural produzida e diminuindo o risco de infecções e reações alérgicas causadas pelos absorventes comuns.

O coletor menstrual é muito higiênico e ajuda na não proliferação de bactérias na região íntima, causada pela umidade do sangue e pela transpiração. Além disso, como o sangue não entra em contato com o ar, já que todo o conteúdo coletado é descartado no vaso sanitário, não ocorre aquele odor desagradável deixado pelos absorventes externos.

O coletor menstrual pode ser usado durante a noite ou até mesmo na praia ou piscina. Ele também pode ser utilizado para a pratica de todos os tipos de esportes, mesmo por aquelas mulheres que tem bastante fluxo.

Para colocá-lo, deve-se lavar bem as mãos e higienizar o coletor. É importante então procurar uma posição confortável e, com os músculos vaginais relaxados, inserir ele dobrado até que fique lá dentro a aproximadamente 1 cm da entrada da vagina – isso irá facilitar a remoção sem sujeira. Recomenda-se esvaziá-lo de de 2 a 4 vezes ao dia e para higieniza-lo é só lavar com água e sabão neutro, podendo ser colocado novamente em seguida. Não é necessário retirá-lo para fazer xixi.

Imagem comparativa - Coletor Menstrual X Absorvente Interno
Imagem comparativa – Coletor Menstrual X Absorvente Interno

O coletor menstrual pode ser encontrado em dois tamanhos (A e B), sendo que um é recomendado para mulheres com mais de 30 anos ou que já tiveram filhos, enquanto o outro deve ser utilizado por aquelas com menos de 30 anos. O preço varia entre 80 e 100 reais, em média.

E ai, o que acharam? Se ficou alguma dúvida, mandem pra gente aqui no blog!

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2 anos de blog!

Oi gente!

É com muita alegria que comemoramos o aniversário de dois anos do nosso blog!

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Desde a primeira publicação até essa data tão importante, recebemos mais de 14 mil acessos!

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Muito obrigada a todos que nos visitaram e buscaram informações através dos nossos posts! O interesse e a curiosidade de vocês é o que nos motiva a buscar assuntos e noticias cada vez mais especiais…

Por isso, continuem nos acompanhando! A participação de vocês é muito importante!

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Vagão exclusivo para mulheres no metrô de SP

Bom dia!

A marca Dermacyd lança nesta semana uma campanha de apoio ao vagão especial para o público feminino, já existente no Rio de Janeiro e Brasília, e estimula, por meio de um abaixo-assinado, a criação do mesmo no metrô de São Paulo.

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“Essa iniciativa é apenas o ponto de partida para chamar atenção e avançar em um assunto tão importante para a sociedade. Dermacyd, como uma marca que entende do universo feminino, quer levantar essa discussão, que não pode ter um ponto final”, explica Patrícia Macedo, gerente de Marketing da marca, para o site adNews.

Na capital paulista 58% dos usuários do metrô são mulheres (dados do Metrô de SP, 2012), número que reforça a importância de ações voltadas para a segurança das mulheres nesses locais.

“Não somos a favor de separar homens e mulheres, mas sim de oferecer uma escolha para elas. Nosso objetivo é apoiar uma iniciativa que já existe e ampliá-la. Porém, não queremos deixar de lado a educação de todos os usuários sobre o tema. É isso que fará diferença”, acrescenta Patrícia Macedo.

Porém, segundo o site da Agência Brasil, os vagões só para mulheres já foram testados em São Paulo, e a experiencia não teve sucesso.

A iniciativa da CPTM vigorou entre os anos de 1995 e 1997, após um abaixo-assinado com mais de 4,6 mil assinaturas de mulheres de Mauá (SP) ter sido encaminhado à companhia, pedindo vagões reservados e exclusivos para mulheres. Mas dois fatores teriam impedido a continuidade da ação: o primeiro, a própria Constituição, que estabelece a igualdade de direitos entre homens e mulheres e torna ilegal qualquer proibição ao direito de ir e vir, o que levou a companhia a optar por vagões preferenciais, e não exclusivos. O segundo motivo foi a superlotação, que tornava impossível manter vagões para grupos seletos de pessoas.

Por meio de nota, a Secretaria de Transportes Metropolitanos respondeu à Agência Brasil que o Metrô e a CPTM têm mantido funcionários uniformizados e à paisana para patrulhar estações e trens, além de monitorar todas as áreas públicas do sistema metroferroviário com câmeras de vigilância eletrônica. Segundo a secretaria, as equipes de segurança “são preparadas para lidar com situações que fujam à normalidade, entre elas, identificar pessoas com atitudes suspeitas”.

Segundo a secretaria, a prisão de assediadores, de acordo com a legislação vigente, depende do registro de ocorrência por testemunhas. Denúncias de assédio sexual no Metrô e nos trens da CPTM podem ser encaminhadas ao SMS-Denúncia pelos telefones (11) 97333-2252, no Metrô, e (11) 97150-4949, na CPTM. O serviço garante o anonimato do denunciante.

E agora? A partir dessas informações, vocês são a favor ou contra a proposta dos vagões preferenciais para as mulheres?

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Campanha contra a Violência

Olá!

Vocês já viram a campanha que esta sendo veiculada nas rádios, televisão e outros meios de comunicação, sobre a violência?

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De acordo com o site Portal Brasil, dados da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2011 indicam que mais de 70% das mulheres em todo o mundo sofrem algum tipo de violência de gênero ao longo da vida. A estimativa é que uma em cada cinco mulheres seja vítima de estupro ou de tentativa de estupro. Mulheres com idade entre 15 e 44 anos apresentam maior risco de sofrer violência sexual e doméstica do que de serem vítimas de câncer, acidentes de carro ou malária, por exemplo.

O site ainda aponta que, de acordo com dados da pesquisa do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde, de 2011, a violência física contra a mulher é a predominante, englobando 44,2% dos casos. A psicológica ou moral representa acima de 20%. Já a violência sexual, 12,2%.

Nessas horas, elas precisam buscar apoio da família e amigos e denunciar o agressor. E para conscientizar toda a sociedade que a violência contra a mulher existe e é crime, e incentivar a vítima a denunciar seu agressor, o governo federal tem desenvolvido diversas campanhas abordando o tema.

A campanha ‘Violência contra as Mulheres – Eu Ligo‘, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), em parceria com o Ministério das Cidades e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR), provoca a sociedade como um todo a não tolerar a violência contra as mulheres. Daí o slogan Eu Ligo, no sentido de Eu me importo.

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Concordam ou discordam?

Oi gente!

Vejam só essa outra matéria que foi publicada pelo site do jornal Estadão.

“Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) retrata o quanto a violência contra a mulher ainda é tolerada no País. A maioria dos brasileiros considera que aquelas que usam roupas que revelam o corpo merecem ser atacadas. Também é majoritário o grupo que acredita que, “se a mulher soubesse se comportar”, as estatísticas de estupro seriam menores”.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a pesquisa também aponta que “a maioria das pessoas continua a considerar as próprias mulheres responsáveis, seja por usarem roupas provocantes, seja por não se comportarem ‘adequadamente'”.

Essa mesma reportagem cita a coordenadora do Programa de Estudo em Sexualidade da USP, Carmita Abdo, que afirma que este resultado não surpreende, uma vez que a sociedade ainda culpa a vitima em casos de abuso.

“O que leva ao assédio ou ao estupro não é a roupa que a mulher está vestindo, mas a disposição de quem assedia ou de quem estupra”, diz.

A divulgação do estudo ocorreu por ocasião do Dia Internacional da Mulher (8 de março) e chamou atenção após os recentes casos de abuso sexual no metrô de São Paulo.

Outro estudo também divulgado pelo Ipea estima que haja anualmente 527 mil tentativas de estupros no Brasil, dos quais somente 10% são registrados formalmente na policia.

O resultado dessa pesquisa gerou uma grande polêmica, e muitas pessoas se manifestaram repudiando qualquer ato de violência praticada contra a mulher, independente da roupa que ela use ou da maneira que se comporte.

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E vocês, concordam com o resultado da pesquisa ou discordam?

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Os mitos da primeira vez…

Oi gente!

Vimos no post anterior que a primeira vez é cercada por angústias, ansiedades, preocupações e dúvidas, mas que também é um momento muito importante, de descobertas, expectativas, de escolhas e decisões!

Enfatizamos que essa iniciação deve ser pensada e valorizada, e que cada pessoa deve vivenciar esse momento somente quando se sentir preparada para isso.

Mas como lidar com os mitos e as fantasias que podem tornar mais tensa e difícil essa decisão?

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Hoje vamos comentar sobre os medos mais comuns, relacionados a primeira relação sexual.

– O corpo muda depois da primeira vez?
Não! Na verdade, o corpo se desenvolve em função da puberdade e isso vai acontecer independentemente do(a) adolescente iniciar a vida sexual ou não. É que ás vezes a primeira relação sexual coincide com esse período de mudanças… Por isso, muito gente faz essa associação! Mas fiquem tranquilos(as), a primeira vez não interrompe nem acelera o desenvolvimento do corpo! Iniciar a vida sexual não vai fazer os seios crescerem mais rápido e nem o bumbum aumentar!

– É verdade que dói?
Depende! Quanto mais nervosa e insegura a menina estiver, maior será o desconforto. A tensão prejudica a dilatação e a lubrificação da vagina, e isso dificultará a penetração, causando um incômodo durante a relação. Não vale a pena forçar, não… Se vocês não estiverem muito a vontade, esperem mais um pouco! Ir adiante sem que os dois estejam confortáveis pode tornar a situação muito mais difícil depois…

– A mulher sangra depois da primeira vez?
Nem sempre! Na maioria das vezes, esse sangramento é provocado pelo rompimento do hímen (membrana fininha que fica logo na entrada da vagina). Mas também o hímen pode se romper de uma forma em que os vasinhos de sangue não sejam afetados, não havendo sangramento algum! Existe alguns tipos de hímen que não se rompem nas primeiras relações… Viu? Não é uma regra! Só não vale achar que aquela menina que não sangrou na primeira vez, não era mais virgem, pois isso não é verdade! E é importante esclarecer também, que caso aconteça um sangramento, esse vai ser pouco e discreto, ás vezes, sendo percebido só no dia seguinte após a relação…

E a pergunta que não quer calar…

– Precisa usar camisinha?
Simmm! A primeira vez tem os mesmos riscos de qualquer relação sexual: gravidez e DST´s. Portanto, a camisinha é a garantia de uma vida sexual sem consequências indesejadas…

E você? Tem alguma dúvida relacionada a primeira vez?

Pode deixar aqui no blog, em forma de comentário, que a gente responde!

Até mais!

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A primeira vez…

Chegou o momento tão esperado para alguns jovens e tão rodeado de dúvidas para outros… A decisão sobre a primeira relação sexual!

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 22% dos adolescentes fazem sexo pela primeira vez aos 15 anos de idade. Nas pesquisas realizadas a cada semestre com os jovens da Unibes, a primeira relação sexual da maioria aconteceu aos 14/15 anos.

Mas será que tem idade certa para isso?

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Na verdade, não! Cada pessoa tem que decidir por si só, levando em consideração suas razões, opiniões, valores, crenças…

É muito comum a idéia de que o momento certo é aquele em que você encontrou a pessoa ideal. Mas a grande questão é: como é essa pessoa ideal? É aquela que você ama e que te ama também? É aquela que te respeita? Como ter certeza do sentimento que o outro tem por você? E se essa relação não durar para sempre?

É normal que várias idéias românticas e que sentimentos fortes por alguém especial façam acreditar que, de fato, chegou a hora certa! É normal também, principalmente no começo do relacionamento, as pessoas confundirem admiração, atração, com amor. Por isso, é importante pensar quais são os motivos que o estão levando a realizar o ato sexual, quais são as suas expectativas em relação a pessoa e em relação a primeira vez com ela. Fazer só por fazer? Por curiosidade? Porque todo mundo já fez?

Muitos acreditam que a primeira relação é a passagem da vida infantil para a fase adulta, mas vale ressaltar que ninguém fica mais maduro ou “mais adulto” após o início da vida sexual. Também é muito importante analisar até que ponto essa decisão é sua ou se você esta querendo por pressão dos amigos ou do próprio(a) namorado(a). Seguir no embalo dos outros, nem sempre é a melhor escolha.

Como vocês podem ver, a primeira vez acaba sendo um momento cercado por diversas questões, preocupações, medo e ansiedade…

Ter dúvidas é normal e ficar apreensivo mais ainda!

Uma forma de lidar melhor com isso é fazendo essas perguntas para vocês mesmos… Conversar sobre todos esses sentimentos com o parceiro(a) também vai ajudar… Eles(as) podem ter as mesmas inquietações! E se estiverem inseguros ou incertos quanto a alguma situação (pessoa, momento, local, confiança), é melhor adiarem um pouquinho essa decisão! Talvez seja um sinal de que ainda não estão tão preparados(as) quanto imaginavam!

* Vale lembrar que é fundamental vocês estarem bem informados sobre os riscos e as consequências de uma relação sexual desprotegida e buscarem, junto a um profissional de saúde, a melhor forma de prevenção.

Até a próxima!