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A Aids no Brasil

Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado na semana passada aponta que novos casos de infecção pelo HIV e de mortes associadas à doença cresceram no Brasil nos últimos oito anos.

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Segundo o The Gap Report, documento feito pelo Programa Conjunto das Nações sobre HIV/Aids (Unaids), o número de novos casos de infecção pelo HIV cresceu 11% no Brasil entre 2005 e 2013, quando cerca de 42 000 pessoas contraíram o vírus no país.

Estima-se que, atualmente, 752 000 pessoas vivam com o vírus da aids aqui no país. Esse número representa quase metade do total de casos na América Latina (1,6 milhão) e cerca de 2% do número de infectados no mundo (35 milhões).

De acordo com a Unaids, a cada hora, dez novas infecções pelo HIV acontecem na região. Pelo menos um terço dos novos casos da doença ocorre entre jovens de 15 a 24 anos.

O Ministério da Saúde afirma que já esta em 750 mil o número de pessoas que vivam com HIV e Aids no Brasil, sendo que 123 mil desconhecem essa sua situação.

Quer saber mais? Acesse:

http://www.aids.gov.br

http://www.unaids.org.br

Matéria Revista Veja

Matéria Site O Globo

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1º de Dezembro – Dia Mundial de Luta Contra a Aids

Oi Pessoal!

Durante essa semana, comemoramos o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS através de uma campanha de conscientização sobre as formas de transmissão e prevenção da doença, envolvendo os adolescentes do CCA (Centro da Criança e do Adolescente) da Unibes, que procuraram sensibilizar colegas, jovens da capacitação profissional e demais funcionários da instituição com cartazes e ilustrações sobre o tema.

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Os adolescentes também confeccionaram e entregaram os laços vermelhos, símbolo de solidariedade e comprometimento na luta contra a AIDS.

imagesCAK0R8Z7 O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de Aids.

O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do HIV/aids, divulgar as necessidades dos que vivem com HIV/aids e angariar fundos para promover a prestação de serviços e pesquisas.

O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.

Querem saber mais sobre essa doença e outras DST´s? Acessem: http://www.aids.gov.br

Publicado em Sexo Seguro

Camisinha Feminina

Oi pessoal! Descansados após o carnaval?
Esperamos que tenham aproveitado com responsabilidade!

Hoje vamos falar sobre a camisinha feminina, que tal?

Pouco conhecida, a camisinha feminina tem o formato de uma bolsa, feita de um material chamado poliuretano, medindo em torno de 15 cm de comprimento e 8 cm de diâmetro. Ela possui dois anéis extremamente flexíveis, um em cada ponta. O anel interno serve para auxiliar a colocação dentro do canal vaginal e se adapta na entrada do útero, impedindo a passagem dos espermatozóides. O anel externo fica para fora, recobrindo e protegendo a vulva (parte externa da vagina).

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Embora a camisinha feminina possa causar um estranhamento no primeiro momento, ela traz uma série de vantagens durante a relação sexual. Por ser maior e feita de um material mais resistente que o látex, alguns especialistas afirmam que ela é mais segura que a camisinha masculina, pois diminui o risco da transmissão de doenças como herpes genital e HPV.

A camisinha feminina também tem a espessura mais fina que o método masculino e por não apertar o pênis, é mais confortável e mantém a sensibilidade durante a penetração. Outro benefício é que ela não precisa ser retirada logo após a ejaculação, permanecendo no lugar, evitando assim o vazamento do esperma.

É importante ressaltar que a camisinha feminina é descartável, devendo ser utilizada apenas uma vez. A cada relação, deve-se utilizar uma nova camisinha!

Pronto, agora já conhecem mais uma forma de prevenção da gravidez e das DSTs!

Até a próxima!