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Pesquisa – Projeto Atitude Abril

Bom tarde!

Hoje o post será dedicado aos resultados de um levantamento conduzido pelo Departamento de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Editora Abril, que edita revistas conhecidas como Veja, Claudia, Contigo, Capricho, entre outras.

Chamado de Projeto Atitude Abril, a pesquisa buscou avaliar os conhecimentos dos brasileiros sobre a AIDS e o que eles fazem de fato para se proteger da doença. O estudo envolveu mais de 15 mil pessoas, que participaram através de entrevistas e questionários disponibilizados na internet, entre os dias 29 de maio e 31 de julho de 2014. Este trabalho está sendo considerado um dos mais abrangentes sobre a AIDS no país.

Os participantes são homens e mulheres maiores de 16 anos, pertencentes às classes A, B e C, de todas as regiões do Brasil. Do total de pesquisados, 53% tem vida sexual ativa com parceiro(a) ativo(a), 27% tem vida sexual sem parceiro(a) ativo(a) e 20% se declararam virgens.

pesquisa abril

Segundo o mesmo estudo, há mais de 720 mil pessoas soropositivas no Brasil – e uma em cada cinco pessoas não sabem disso, colocando não só a própria vida em risco como a de seus parceiros também. A pesquisa identificou dois grupos nos quais houve um significativo aumento na taxa de infectados: jovens do sexo masculino entre 16 e 24 anos – de uma geração que está se descobrindo sexualmente e não viu a explosão da AIDS nas décadas de 1970 e 1980 – e adultos, principalmente do sexo feminino, com mais de 50 anos, que não se identificam como alvo da doença e deixam de se proteger.

pesquisa aids veja

Em entrevista para a revista Veja, o infectologista Artur Timerman, uma das maiores autoridade brasileiras em AIDS, afirma que ter informação sobre determinada doença é diferente de ter consciência sobre ela. As pessoas sabem que é importante usar camisinha, mas elas ainda não colocam em pratica essa informação.

Querem saber mais? Acessem:

http://www.atitudeabril.com.br

http://www.aids.gov.br

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Carta para os amigos…

Oi gente!

Hoje vamos publicar uma carta escrita pelo jovem Luiz Henrique de Paula Queregatte, que, através de uma atividade desenvolvida pelo Projeto Saúde e Qualidade de Vida, buscou conscientizar os demais colegas sobre a importância da prevenção.

Olhem só que legal:

carta

Gostaram?

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A Aids no Brasil

Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado na semana passada aponta que novos casos de infecção pelo HIV e de mortes associadas à doença cresceram no Brasil nos últimos oito anos.

download

Segundo o The Gap Report, documento feito pelo Programa Conjunto das Nações sobre HIV/Aids (Unaids), o número de novos casos de infecção pelo HIV cresceu 11% no Brasil entre 2005 e 2013, quando cerca de 42 000 pessoas contraíram o vírus no país.

Estima-se que, atualmente, 752 000 pessoas vivam com o vírus da aids aqui no país. Esse número representa quase metade do total de casos na América Latina (1,6 milhão) e cerca de 2% do número de infectados no mundo (35 milhões).

De acordo com a Unaids, a cada hora, dez novas infecções pelo HIV acontecem na região. Pelo menos um terço dos novos casos da doença ocorre entre jovens de 15 a 24 anos.

O Ministério da Saúde afirma que já esta em 750 mil o número de pessoas que vivam com HIV e Aids no Brasil, sendo que 123 mil desconhecem essa sua situação.

Quer saber mais? Acesse:

http://www.aids.gov.br

http://www.unaids.org.br

Matéria Revista Veja

Matéria Site O Globo

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1º de Dezembro – Dia Mundial de Luta Contra a Aids

Oi Pessoal!

Durante essa semana, comemoramos o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS através de uma campanha de conscientização sobre as formas de transmissão e prevenção da doença, envolvendo os adolescentes do CCA (Centro da Criança e do Adolescente) da Unibes, que procuraram sensibilizar colegas, jovens da capacitação profissional e demais funcionários da instituição com cartazes e ilustrações sobre o tema.

montagem aids

Os adolescentes também confeccionaram e entregaram os laços vermelhos, símbolo de solidariedade e comprometimento na luta contra a AIDS.

imagesCAK0R8Z7 O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de Aids.

O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do HIV/aids, divulgar as necessidades dos que vivem com HIV/aids e angariar fundos para promover a prestação de serviços e pesquisas.

O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.

Querem saber mais sobre essa doença e outras DST´s? Acessem: http://www.aids.gov.br

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Camisinha Feminina

Oi pessoal! Descansados após o carnaval?
Esperamos que tenham aproveitado com responsabilidade!

Hoje vamos falar sobre a camisinha feminina, que tal?

Pouco conhecida, a camisinha feminina tem o formato de uma bolsa, feita de um material chamado poliuretano, medindo em torno de 15 cm de comprimento e 8 cm de diâmetro. Ela possui dois anéis extremamente flexíveis, um em cada ponta. O anel interno serve para auxiliar a colocação dentro do canal vaginal e se adapta na entrada do útero, impedindo a passagem dos espermatozóides. O anel externo fica para fora, recobrindo e protegendo a vulva (parte externa da vagina).

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Embora a camisinha feminina possa causar um estranhamento no primeiro momento, ela traz uma série de vantagens durante a relação sexual. Por ser maior e feita de um material mais resistente que o látex, alguns especialistas afirmam que ela é mais segura que a camisinha masculina, pois diminui o risco da transmissão de doenças como herpes genital e HPV.

A camisinha feminina também tem a espessura mais fina que o método masculino e por não apertar o pênis, é mais confortável e mantém a sensibilidade durante a penetração. Outro benefício é que ela não precisa ser retirada logo após a ejaculação, permanecendo no lugar, evitando assim o vazamento do esperma.

É importante ressaltar que a camisinha feminina é descartável, devendo ser utilizada apenas uma vez. A cada relação, deve-se utilizar uma nova camisinha!

Pronto, agora já conhecem mais uma forma de prevenção da gravidez e das DSTs!

Até a próxima!

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Carnaval 2013: Seja consciente e use camisinha!

Olha o carnaval ai gente!

Uma das festas mais esperada do ano está chegando!

Dias de muita música, alegria, diversão, mas também de alguns excessos e descuidos que trazem grandes preocupações para a quarta-feira de cinzas.

Para evitar essa “dor de cabeça”, é importante não esquecer da camisinha!

Durante essa semana iremos publicar várias dicas e lembretes sobre os cuidados necessários para um carnaval animado e seguro. Afinal, dá para aproveitar bastante sem deixar de lado a responsabilidade.

Falando nisso, a campanha do Ministério da Saúde deste ano pretende chamar a atenção para a diferença que faz o uso do camisinha na hora da relação.
O tema “A vida é melhor sem Aids. Proteja-se. Use sempre a camisinha” tem como objetivo conscientizar a população para a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, principalmente a AIDS, incentivando o uso da camisinha em todas as relações sexuais. Para isso, milhões de preservativos serão distribuídos gratuitamente durante esse período.

a-responsabilidade-carnavalA Unibes também se preocupa e incentiva o “Carnaval Consciente”! Por isso, no próximo post falaremos sobre o uso correto da camisinha e responderemos as dúvidas mais comuns sobre o assunto, assim não tem mais desculpa para não se proteger.

Fiquem ligados!

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AIDS – Assim Pega / Assim Não Pega

Continuando a Semana Especial de Combate a Aids, vamos falar hoje sobre as formas de transmissão e sobre os mitos relacionados ao tema também.

Primeiro, é importante esclarecer que HIV é o vírus e AIDS é a doença desenvolvida por esse vírus. Dependendo do caso, a pessoa pode contrair o HIV e levar anos pra manifestar a doença… mas só pelo fato de ter a presença do HIV no organismo, isso já a torna uma pessoa transmissora, mesmo sem ela perceber.

Esse vírus é transmitido através das seguintes secreções: sangue, secreção vaginal, sêmen, menstruação e leite materno.  Vale ressaltar que urina, saliva, suor e lágrima NÃO possuem concentração suficiente de HIV pra infectar alguém.

Pensando nesses líquidos que o nosso corpo produz, podemos relacioná-los a alguns comportamentos que colocam a gente em risco… Olha só:

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E como saber se tem HIV ou não?

Aguarde o próximo post…