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Vagão exclusivo para mulheres no metrô de SP

Bom dia!

A marca Dermacyd lança nesta semana uma campanha de apoio ao vagão especial para o público feminino, já existente no Rio de Janeiro e Brasília, e estimula, por meio de um abaixo-assinado, a criação do mesmo no metrô de São Paulo.

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“Essa iniciativa é apenas o ponto de partida para chamar atenção e avançar em um assunto tão importante para a sociedade. Dermacyd, como uma marca que entende do universo feminino, quer levantar essa discussão, que não pode ter um ponto final”, explica Patrícia Macedo, gerente de Marketing da marca, para o site adNews.

Na capital paulista 58% dos usuários do metrô são mulheres (dados do Metrô de SP, 2012), número que reforça a importância de ações voltadas para a segurança das mulheres nesses locais.

“Não somos a favor de separar homens e mulheres, mas sim de oferecer uma escolha para elas. Nosso objetivo é apoiar uma iniciativa que já existe e ampliá-la. Porém, não queremos deixar de lado a educação de todos os usuários sobre o tema. É isso que fará diferença”, acrescenta Patrícia Macedo.

Porém, segundo o site da Agência Brasil, os vagões só para mulheres já foram testados em São Paulo, e a experiencia não teve sucesso.

A iniciativa da CPTM vigorou entre os anos de 1995 e 1997, após um abaixo-assinado com mais de 4,6 mil assinaturas de mulheres de Mauá (SP) ter sido encaminhado à companhia, pedindo vagões reservados e exclusivos para mulheres. Mas dois fatores teriam impedido a continuidade da ação: o primeiro, a própria Constituição, que estabelece a igualdade de direitos entre homens e mulheres e torna ilegal qualquer proibição ao direito de ir e vir, o que levou a companhia a optar por vagões preferenciais, e não exclusivos. O segundo motivo foi a superlotação, que tornava impossível manter vagões para grupos seletos de pessoas.

Por meio de nota, a Secretaria de Transportes Metropolitanos respondeu à Agência Brasil que o Metrô e a CPTM têm mantido funcionários uniformizados e à paisana para patrulhar estações e trens, além de monitorar todas as áreas públicas do sistema metroferroviário com câmeras de vigilância eletrônica. Segundo a secretaria, as equipes de segurança “são preparadas para lidar com situações que fujam à normalidade, entre elas, identificar pessoas com atitudes suspeitas”.

Segundo a secretaria, a prisão de assediadores, de acordo com a legislação vigente, depende do registro de ocorrência por testemunhas. Denúncias de assédio sexual no Metrô e nos trens da CPTM podem ser encaminhadas ao SMS-Denúncia pelos telefones (11) 97333-2252, no Metrô, e (11) 97150-4949, na CPTM. O serviço garante o anonimato do denunciante.

E agora? A partir dessas informações, vocês são a favor ou contra a proposta dos vagões preferenciais para as mulheres?

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Campanha contra a Violência

Olá!

Vocês já viram a campanha que esta sendo veiculada nas rádios, televisão e outros meios de comunicação, sobre a violência?

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De acordo com o site Portal Brasil, dados da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2011 indicam que mais de 70% das mulheres em todo o mundo sofrem algum tipo de violência de gênero ao longo da vida. A estimativa é que uma em cada cinco mulheres seja vítima de estupro ou de tentativa de estupro. Mulheres com idade entre 15 e 44 anos apresentam maior risco de sofrer violência sexual e doméstica do que de serem vítimas de câncer, acidentes de carro ou malária, por exemplo.

O site ainda aponta que, de acordo com dados da pesquisa do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde, de 2011, a violência física contra a mulher é a predominante, englobando 44,2% dos casos. A psicológica ou moral representa acima de 20%. Já a violência sexual, 12,2%.

Nessas horas, elas precisam buscar apoio da família e amigos e denunciar o agressor. E para conscientizar toda a sociedade que a violência contra a mulher existe e é crime, e incentivar a vítima a denunciar seu agressor, o governo federal tem desenvolvido diversas campanhas abordando o tema.

A campanha ‘Violência contra as Mulheres – Eu Ligo‘, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), em parceria com o Ministério das Cidades e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR), provoca a sociedade como um todo a não tolerar a violência contra as mulheres. Daí o slogan Eu Ligo, no sentido de Eu me importo.