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Teste rápido de HIV nas farmácias

Oi gente!

O blog estava de férias, mas agora voltamos com uma notícia super importante que foi divulgada no final do ano, pela Agência Brasil.

Para facilitar o diagnóstico do HIV e antecipar o tratamento de pessoas que podem desenvolver aids, o Ministério da Saúde deve autorizar a venda, em farmácias, de um teste rápido para detectar o vírus, a partir de fevereiro de 2014. Produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o exame será feito por meio de coleta de saliva, realizada pela própria pessoa, e o resultado sairá em 20 minutos. O exame custará R$ 8.

A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério, Fábio Mesquita, durante evento do Dia Mundial de Luta contra a Aids, comemorado dia 01/12, no Rio de Janeiro. Na ocasião, o governo federal anunciou a antecipação do tratamento para pessoas com o HIV. Antes, somente pacientes que já haviam desenvolvido aids recebiam medicamentos.

De acordo com o diretor, o teste rápido de HIV têm duas vantagens: “Uma delas é a confidencialidade. A pessoa vai à farmácia, pega o teste e faz em casa, sem precisar ver um agente de saúde ou dividir isso com alguém. A segunda vantagem é a rapidez: não tem fila, não precisa ir ao posto, não precisa esperar o tempo que leva para sair o resultado de um exame convencional”, esclareceu Mesquita.

aids

Dados do ministério apontam que cerca de 150 mil pessoas, de um total de 700 mil estimadas com a doença, não sabem que têm o vírus HIV. No Brasil, embora a prevalência de pessoas convivendo com o vírus seja considerada baixa para o conjunto da população (0,4%), a infecção é alta entre meninas entre 14 e 19 anos e meninos gays, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

(O que não quer dizer que as outras pessoas estejam livres do HIV. Qualquer pessoa, independente da idade, do sexo, da classe social e da orientação sexual estão vulneráveis a contrair o vírus).

Segundo Padilha, grande parte dos casos de detecção de HIV em meninas ocorre durante o pré-natal. “Nessa faixa etária tem muita gravidez na adolescência, em situação vulnerável, por isso, descobrimos mais meninas que homens com o vírus”, disse. “Elas engravidam já infectadas”, reforçou.

Por isso, não deixem de se prevenir! Façam o teste e divulguem a informação!

Até mais!

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