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Absorvente interno. Pode? É ruim? Incomoda?

Bom dia! O post de hoje vai tratar sobre absorventes íntimos… mais especificamente sobre o uso do absorvente interno, conhecido popularmente como tampão.

Antes disso, vocês já pararam para pensar como as nossas avós ou bisavós faziam nos dias em que estavam menstruadas? Naquela época, não tinham inventado ainda o absorvente e elas tinham que utilizar toalhinhas higiênicas, feitas de tecido, que eram lavadas e reutilizadas por vários meses! Já imaginaram que desconfortável?

Pois é! Atualmente existe uma variedade enorme de absorventes para as mulheres manterem a higiene íntima durante aqueles dias…

Absorvente

Os absorventes de uso externo, são feitos com tiras finas de algodão e com uma parte adesiva que serve para fixar na lingerie. Há diferentes tamanhos e espessuras e, basicamente, podem ser encontrados com abas, que ajudam a fixá-lo ainda mais à calcinha, impedindo-o de se mover.

Os absorventes internos também são feitos de algodão e possuem a forma de um cilindro. Diferente dos outros absorventes, esses absorvem o fluxo menstrual desde o interior da vagina.

Ambos são descartáveis, confortáveis, práticos e capazes de acompanhar o ritmo de vida das mulheres. Porém, certos modelos podem causar problemas, como alergias e irritações, devido ao plástico e outros materiais utilizados na fabricação, que ao entrar em contato com a pele da região íntima feminina, podem provocar esses desconfortos temporários. Mas também essas situações são raras e normalmente ocasionadas pelo uso inadequado, como por exemplo, por não trocar o absorvente de tempo em tempo.

Os absorventes internos, em particular, são bem higiênicos, e para utilizá-los sem correr riscos é fundamental que a mulher conheça o próprio corpo. Quando são colocados conforme as instruções da embalagem, quem os usa praticamente nem sente que está menstruada. Quer coisa melhor do que isso?

Uma dúvida comum é se meninas virgens podem usar esse absorvente interno e a resposta oferecida pelo próprio fabricante do produto, e por outros médicos e especialistas é que sim. Segundo o site da Johnson&Johnson (www.jnjbrasil.com.br), fabricante do o.b.® e patrocinadora do nosso projeto, “a virgindade não representa um impedimento para o uso de absorventes internos. O hímen é uma pele elástica que fica na entrada da vagina, com uma abertura natural, por onde passa o fluxo menstrual. Existem diversos tipos de hímen, e a maioria das mulheres possui hímens com abertura por onde se pode normalmente colocar e retirar o o.b.® mini, sem qualquer dano ao hímen”.

E como a gente sempre ressalta durante as oficinas, o importante é saber que uma menina só perde a virgindade quando tem uma relação sexual.
Mesmo assim, para se sentir mais segura, antes de usar um absorvente interno consulte o seu ginecologista!

Se tiver alguma dúvida, comentário ou sugestão de temas para os próximos posts, envie para nós!

Até mais!

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Pênis: tamanho é documento?

Olá! Hoje vamos falar sobre uma preocupação comum, que desperta a dúvida e causa muita angústia e insegurança nos homens…

Símbolo de potência e masculinidade, muitas pessoas associam o tamanho do órgão masculino a força, ao poder e ao desempenho sexual. Por isso, alguns homens ficam aflitos e chegam a comparar ou imaginar que o seu pênis é menor que o dos outros.

Na maior parte dos casos, o desejo por ter um pênis maior vem do desconhecimento do tamanho médio de um pênis “normal”, ou das comparações feitas com os órgãos vistos nas revistas ou filmes eróticos, ou até mesmo através dos “exageros e vantagens” contados pelos amigos ou pelas mulheres.

Segundo o urologista Celso Marzano, geralmente, o pênis atinge seu tamanho definitivo aos 16 anos de idade e 80% dos pênis eretos situam-se entre 11 e 17 cm (depende de pessoa para pessoa), sendo 14 cm a média comum. Sem ereção, o tamanho médio do pênis do adulto varia de 6 a 9 cm. Ele revela ainda que a ansiedade, o frio, a obesidade e outros fatores podem retrair e enrugar o pênis, diminuindo o seu tamanho.

medida

A crença de que quanto maior é o pênis, maior é o prazer que ele proporciona, pode ser questionada quando se explica que há um limite de tamanho que pode penetrar o canal vaginal. Na verdade, se o pênis for muito grande, ele causará um incomodo e um desconforto a mulher, fazendo com que ela sinta dor durante a relação sexual.

Algumas ginecologistas enfatizam também que logo nos primeiros centímetros do canal vaginal, já se encontram pontos sensíveis que vão ser estimulados durante a penetração e que, portanto, uma boa relação vai acontecer independentemente do tamanho do órgão masculino.

Agora, muito cuidado! Homens insatisfeitos e preocupados com o tamanho do órgão sexual devem buscar uma orientação específica, com médicos urologistas, antes de buscar “tratamentos” oferecidos, principalmente na internet. Bombas, exercícios, massagens, aparelhos “esticadores” e até mesmo cirúrgias são anunciadas como soluções infalíveis para resolver esse problema e, na maioria das vezes, o resultado pode ser muito complicado.

Para encerrar, tem um dito popular que resume bem o nosso post de hoje:

“Não importa o tamanho da varinha e sim, a mágica que ela faz!”

Dúvidas? Mande aqui pra gente!

Bom final de semana!

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Cólicas

Bom dia!

Não é de hoje que as meninas ficam curiosas a respeito das cólicas, essa dorzinha chata, que antecede ou acompanha a menstruação. Também chamada de dismenorréia, esse incômodo é muito comum e afeta aproximadamente 50% das mulheres que estão em idade fértil.

A cólica é caracterizada por uma dor na parte baixa da barriga, que pode permanecer nessa região ou passar para as costas ou pernas. Em alguns casos, essa dor pode vir acompanhada de outros desconfortos, como enjoos, vômitos, diarréia, dores de cabeça e mal-estar geral.

colica

Lembram no post anterior que falamos que os hormônios eram os responsáveis pelas principais mudanças físicas e emocionais que acontecem no corpo? Pois é!

Quando o óvulo não foi fecundado, os níveis hormonais (do estrógeno e da progesterona) caem e inicia-se a descamação natural do endométrio (camada interna do útero) e consequentemente a menstruação. Para que isso aconteça, ocorre a liberação de prostaglandina, substância que faz o útero contrair. Quanto maior forem essas contrações, maior será a dor.

Para aliviar esse sofrimento, seguem algumas recomendações:

– Aposte na prática de exercícios físicos moderados, como alongamentos e caminhadas. Feitos regularmente, eles ajudam a aliviar os sintomas.
– Use uma bolsa de água quente para aquecer e relaxar os músculos da região abdominal.
– Se possível, deite-se de barriga para baixo, apoiada em um travesseiro, para amenizar as dores.
– Beba bastante água. (Alguns chás, como os de camomila e menta proporcionam uma sensação relaxante também!)
– Evite bebidas com cafeína como café, chá preto e refrigerantes.
– E o mais importante: procure um médico! Um profissional especializado sempre é a melhor opção para uma orientação mais específica! E só ele poderá indicar o melhor tratamento para cada caso e prescrever medicamentos, como analgésicos e antiinflamatórios.

Gostaram das dicas?

Até a próxima!