Outubro Rosa

13 out

O Outubro Rosa é um movimento internacionalmente conhecido e comemorado em todo o mundo desde a década de 1990. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população no controle da doença.

outubro rosa

Este movimento começou nos Estados Unidos e a partir de então a data passou a ser celebrada anualmente em diversos países com o objetivo de promover a conscientização e compartilhar informações sobre o assunto.

No Brasil, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de mama é o que mais atinge as mulheres – são mais de 57 mil novos casos estimados no Brasil para 2014. A idade ainda é um dos principais fatores de risco: quatro em cada cinco pacientes têm mais de 50 anos.

A ideia é chamar atenção, diretamente, para a realidade atual da doença e a importância do diagnóstico precoce, sendo esse fator o mais importante para o processo de cura.

Vamos então para as principais dúvidas relacionadas a doença:

- O que causa o câncer de mama?

Na maioria dos casos de câncer de mama, não há uma causa específica. Há alguns fatores que estão associados ao aumento do risco de desenvolver a doença. A própria idade é um deles, pois a chance aumenta na medida em que se envelhece. Primeira menstruação (menarca) antes dos 12 anos, parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos, não ter tido filhos ou ter tido o primeiro filho em idade avançada são alguns fatores associados ao risco. Consumo excessivo de álcool, obesidade e sedentarismo também. Casos na família de câncer de mama e ovário, principalmente em parentes próximos (primeiro grau – pai, mãe, irmãos, filhos), elevam o risco.

- Os homens também podem desenvolver esse tipo de câncer?

O câncer de mama em homens é raro. Estima-se que, do total de casos da doença, apenas 0,8% a 1% ocorram em pessoas do sexo masculino.

- Quais são os sintomas? Como perceber?

A forma mais habitual é o aparecimento de nódulo (caroço) nos seios, geralmente indolor. Outros sinais e sintomas menos frequentes são edemas, irritação ou irregularidades na pele, dor, inversão ou descamação no mamilo e saída de secreção (liquido) pelo mamilo. Podem também surgir caroços palpáveis na axila. Por isso, o Inca destaca a importância de que a mulher esteja atenta ao seu corpo e à saúde das mamas. A recomendação é que, diante da observação de qualquer alteração ou mudança, a pessoas busque o quanto antes a avaliação de um médico.

- Quais são as chances de cura de câncer de mama?

Quando diagnosticado precocemente, há até 95% de chance de cura. Por isso, é importante que toda mulher de 50 a 69 anos faça mamografia a cada dois anos.

Gostaram das informações? Divulguem para as mães, amigas e parentes e incentivem as pessoas a ficarem atentas a saúde e ao corpo.

Fontes:

Inca – Instituto Nacional de Câncer

Site Terra

2ª dose da vacina contra o HPV

8 set

Bom dia pessoal!

O post de hoje é para divulgar que a segunda dose da vacina contra o vírus HPV começou a ser aplicada em meninas de 11 a 13 anos, na semana passada (01/09) em todo o Brasil.

É importante lembrar que essa vacina protege as adolescentes do câncer do colo de útero e que a aplicação dessa segunda dose, seis meses após a primeira, é fundamental para garantir a imunização contra o HPV até que se receba a terceira dose, chamada de reforço, que será distribuída daqui há cinco anos. Cada adolescente deverá tomar as três doses para completar a proteção.

O Ministério da Saúde passou a ofertar a vacina no Sistema Único de Saúde (SUS) em 10 de março de 2014. Em apenas seis meses, 4,3 milhões de meninas nessa faixa etária já foram vacinadas, atingindo 87,3% do público-alvo – uma das maiores coberturas para essa vacina em todo o mundo. A meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% das 4,9 milhões de meninas de 11 a 13 anos residentes no país.

A vacina também está disponível para aquelas que ainda não tomaram a primeira dose. Para receber a segunda dose da vacina HPV, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação na unidade de saúde. Em 2015, a vacina passa a ser oferecida para as adolescentes de 9 a 11 anos e, em 2016, às meninas de 9 anos.

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SEGURANÇA – A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Estimativas indicam que, até 2013, foram distribuídas cerca de 175 milhões de doses da vacina em todo o mundo. 

Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. No entanto, ela não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.

SOBRE O HPV – É um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Em relação ao câncer de colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem anualmente devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos no Brasil.

Fonte: http://www.aids.gov.br

2 anos de blog!

25 ago

Oi gente!

É com muita alegria que comemoramos o aniversário de dois anos do nosso blog!

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Desde a primeira publicação até essa data tão importante, recebemos mais de 14 mil acessos!

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Muito obrigada a todos que nos visitaram e buscaram informações através dos nossos posts! O interesse e a curiosidade de vocês é o que nos motiva a buscar assuntos e noticias cada vez mais especiais…

Por isso, continuem nos acompanhando! A participação de vocês é muito importante!

A Aids no Brasil

5 ago

Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado na semana passada aponta que novos casos de infecção pelo HIV e de mortes associadas à doença cresceram no Brasil nos últimos oito anos.

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Segundo o The Gap Report, documento feito pelo Programa Conjunto das Nações sobre HIV/Aids (Unaids), o número de novos casos de infecção pelo HIV cresceu 11% no Brasil entre 2005 e 2013, quando cerca de 42 000 pessoas contraíram o vírus no país.

Estima-se que, atualmente, 752 000 pessoas vivam com o vírus da aids aqui no país. Esse número representa quase metade do total de casos na América Latina (1,6 milhão) e cerca de 2% do número de infectados no mundo (35 milhões).

De acordo com a Unaids, a cada hora, dez novas infecções pelo HIV acontecem na região. Pelo menos um terço dos novos casos da doença ocorre entre jovens de 15 a 24 anos.

O Ministério da Saúde afirma que já esta em 750 mil o número de pessoas que vivam com HIV e Aids no Brasil, sendo que 123 mil desconhecem essa sua situação.

Quer saber mais? Acesse:

http://www.aids.gov.br

http://www.unaids.org.br

Matéria Revista Veja

Matéria Site O Globo

Relacionamentos Sérios

10 jul

Boa tarde pessoal!

Hoje vamos publicar o texto de uma aluna que concluiu o curso de Capacitação Profissional neste primeiro semestre de 2014 e passou pelas oficinas de sexualidade aqui na Unibes.

Olha só que legal:

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“Relacionamentos Sérios”

Já ouvi dizer que duas pessoas quando se amam, movem céus e terras para ficarem juntas; que quando amam, ficam bobas, reparam nos detalhes e se conhecem pelo olhar…
Passam o dia trocando mensagens pelo celular e ainda assim, quando estão juntas, tem muito o que falar.
Ouvi dizer que parecem dois amigos; compartilham segredos, são fiéis até nas palavras…
Ouvi dizer que relacionamento sério só se torna sério quando as duas pessoas estão dispostas a andarem de mãos dadas e a realizarem cada sonho, um ao lado do outro…

Herlândia Silva Soares – Turma E

Bonitinho, não?

Vocês também podem enviar textos, poesias e outras idéias pra gente publicar aqui! Que tal?

Vagão exclusivo para mulheres no metrô de SP

26 jun

Bom dia!

A marca Dermacyd lança nesta semana uma campanha de apoio ao vagão especial para o público feminino, já existente no Rio de Janeiro e Brasília, e estimula, por meio de um abaixo-assinado, a criação do mesmo no metrô de São Paulo.

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“Essa iniciativa é apenas o ponto de partida para chamar atenção e avançar em um assunto tão importante para a sociedade. Dermacyd, como uma marca que entende do universo feminino, quer levantar essa discussão, que não pode ter um ponto final”, explica Patrícia Macedo, gerente de Marketing da marca, para o site adNews.

Na capital paulista 58% dos usuários do metrô são mulheres (dados do Metrô de SP, 2012), número que reforça a importância de ações voltadas para a segurança das mulheres nesses locais.

“Não somos a favor de separar homens e mulheres, mas sim de oferecer uma escolha para elas. Nosso objetivo é apoiar uma iniciativa que já existe e ampliá-la. Porém, não queremos deixar de lado a educação de todos os usuários sobre o tema. É isso que fará diferença”, acrescenta Patrícia Macedo.

Porém, segundo o site da Agência Brasil, os vagões só para mulheres já foram testados em São Paulo, e a experiencia não teve sucesso.

A iniciativa da CPTM vigorou entre os anos de 1995 e 1997, após um abaixo-assinado com mais de 4,6 mil assinaturas de mulheres de Mauá (SP) ter sido encaminhado à companhia, pedindo vagões reservados e exclusivos para mulheres. Mas dois fatores teriam impedido a continuidade da ação: o primeiro, a própria Constituição, que estabelece a igualdade de direitos entre homens e mulheres e torna ilegal qualquer proibição ao direito de ir e vir, o que levou a companhia a optar por vagões preferenciais, e não exclusivos. O segundo motivo foi a superlotação, que tornava impossível manter vagões para grupos seletos de pessoas.

Por meio de nota, a Secretaria de Transportes Metropolitanos respondeu à Agência Brasil que o Metrô e a CPTM têm mantido funcionários uniformizados e à paisana para patrulhar estações e trens, além de monitorar todas as áreas públicas do sistema metroferroviário com câmeras de vigilância eletrônica. Segundo a secretaria, as equipes de segurança “são preparadas para lidar com situações que fujam à normalidade, entre elas, identificar pessoas com atitudes suspeitas”.

Segundo a secretaria, a prisão de assediadores, de acordo com a legislação vigente, depende do registro de ocorrência por testemunhas. Denúncias de assédio sexual no Metrô e nos trens da CPTM podem ser encaminhadas ao SMS-Denúncia pelos telefones (11) 97333-2252, no Metrô, e (11) 97150-4949, na CPTM. O serviço garante o anonimato do denunciante.

E agora? A partir dessas informações, vocês são a favor ou contra a proposta dos vagões preferenciais para as mulheres?

Campanha contra a Violência

6 jun

Olá!

Vocês já viram a campanha que esta sendo veiculada nas rádios, televisão e outros meios de comunicação, sobre a violência?

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De acordo com o site Portal Brasil, dados da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2011 indicam que mais de 70% das mulheres em todo o mundo sofrem algum tipo de violência de gênero ao longo da vida. A estimativa é que uma em cada cinco mulheres seja vítima de estupro ou de tentativa de estupro. Mulheres com idade entre 15 e 44 anos apresentam maior risco de sofrer violência sexual e doméstica do que de serem vítimas de câncer, acidentes de carro ou malária, por exemplo.

O site ainda aponta que, de acordo com dados da pesquisa do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde, de 2011, a violência física contra a mulher é a predominante, englobando 44,2% dos casos. A psicológica ou moral representa acima de 20%. Já a violência sexual, 12,2%.

Nessas horas, elas precisam buscar apoio da família e amigos e denunciar o agressor. E para conscientizar toda a sociedade que a violência contra a mulher existe e é crime, e incentivar a vítima a denunciar seu agressor, o governo federal tem desenvolvido diversas campanhas abordando o tema.

A campanha ‘Violência contra as Mulheres – Eu Ligo‘, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), em parceria com o Ministério das Cidades e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR), provoca a sociedade como um todo a não tolerar a violência contra as mulheres. Daí o slogan Eu Ligo, no sentido de Eu me importo.

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